Você se Lembra?

Você se Lembra?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Santarém: Bar Mascote, 1970



Bar Mascote, o lugar que é a cara de Santarém 

Fundado em 24 de junho de 1934 pelo alemão Pedro Steiner, no dia 3 de julho 1936 foi vendido para a família Meschede. Assumindo então a direção o também alemão Albert Josef August Meschede, que ficou à frente da empresa até setembro de 1963 quando faleceu.

Trabalhando com o pai desde 1962, o filho Carlos Alberto Bastos Meschede assumiu a empresa, constando de bar, restaurante e fábrica de gelo. Carlos continua, em nome da família, à frente do Mascote.
Com quase meio século administrando o empreendimento, Carlos  Meschede se diz um homem realizado e comenta que por conta do Bar conheceu muitas pessoas ilustres que visitaram Santarém.

Palco de encontro entre famosos e anônimos, frequentadores locais e turistas estão lá todos os dias. Gente de todo o Brasil e de muitas partes do globo.

Uma característica do local é a “mesa da turma”. Essa mesa existe desde a inauguração e alterna apenas os seus freqüentadores. Atualmente a famosa mesa é capitaneada pelo proprietário do estabelecimento, por Celso Matos, Pedro Evaldir, Celivaldo Carneiro, Luiz Neves, Pedro Nóvoa, Fernando Guarany. Esse grupo forma o núcleo rígido das sextas-feiras.
Nas altas temporadas do turismo nacional e estrangeiro, há momentos em que quase não se ouve a língua portuguesa tanto na área externa como dentro, no restaurante refrigerado.
Nem mesmo uma das piores enchentes dos últimos anos afastou os adeptos do Bar Mascote. As águas ameaçaram deixar o local debaixo d’água. Nos dias de cheia o prédio ficou praticamente ilhado.
As mudanças comuns em todos os tempos também prometem chegar ao Mascote, a fim de se adaptar à dinâmica de uma cidade cuja população cresce sem parar. Que não fique apenas a memória, mas o próprio Mascote permaneça, com a mesma ou com cara nova.

Texto: www.gazetadesantarem.com.br


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Rua 24 de Outubro em uma manhã chuvosa

Em fins da década de 1970 e início dos anos de 1980 a Rua 24 de outubro (a mais antiga Rua de Santarém), apresentava esse aspecto em uma manhã chuvosa. Fotografia do acervo ICBS.

Fonte: Blog do Padre Sidney Canto

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Santarém: Travessa 15 de Agosto, 1970

Travessa 15 de Agosto: Era inicialmente conhecida como "Travessa dos Mercadores". Teve seu nome mudado para "15 de Agosto" para celebrar a data em que o Estado do Pará fez sua adesão à Independência do Brasil.

Texto: Santarém Logradouros Públicos - Wilde Dias da Fonseca

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Orla de Santarém, 1971




Em 12 de setembro de 1969, através do Decreto Lei Nº 866, a Presidência da República inclui a cidade de Santarém na Área de Segurança Nacional. Regime Militar trouxe o desenvolvimento e o progresso a "rolo compressor" para a cidade de Santarém. Foi assim que, na década de 1970, a cidade se transformou em um verdadeiro "Canteiro de Obras": o concreto das ruas deu lugar ao asfalto (e com ele aumentou-se significativamente o calor) e outras obras de saneamento, principalmente uma grande galeria de esgoto construída sob as ruas centrais da cidade.

Deste período podemos destacar: a construção da Avenida Tapajós, que invadiu a praia com seu aterro, e destruiu um dos mais bonitos cartões postais do litoral santareno: a suas alvas praias de alva areia. Para conter o Rio Tapajós que vez ou outra reclama seu antigo espaço (hoje com mais frequência), o governo federal construiu um cais de arrimo em toda a extensão da nova Avenida Tapajós.

Foto: Acervo Fotográfico Ten. Cel. Jaime Ribeiro

Texto: Sobre o Centro Histórico de Santarém - Pe. Sidney Canto

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Navio Lauro Sodré

Houve um tempo em que navios fabricados na Europa ligavam Belém a toda a grande região da Amazônia. Dentro, a classe popular em suas redes convivia de maneira pacífica com a classe executiva em seus camarotes, salas de leitura e restaurante. Parte deles naufragou nos rios, parte virou ferro velho, condenando ao esquecimento um capitulo muito especial na história desta terra.   
Os navios da chamada Frota Branca, eram as jóias mais especiais da Enasa (Empresa de Navegação da Amazônia). Foram os mais luxuosos e velozes que já passaram por aqui, Todos eles construídos em Amsterdam na Holanda. Tinham capacidade para transportar 500 passageiros, na classe popular e na classe especial.
Foram eles os melhores que já passaram pela Amazônia.








 Fotos: Viagem à Amazônia - Líbero luxardo

sábado, 10 de dezembro de 2016

A fina flor da sociedade santarena

A fina flor da elite santarena desfilava à lente do fotógrafo Apolônio Fona, que fazia montagens para serem publicadas como a que segue abaixo, de julho de 1930 (Acervo da Biblioteca Nacional do RJ).

Fonte: Sidney Canto

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Santarém: Tv. 15 de Novembro, década de 1960

Ela já foi chamada "Travessa do Cais", Travessa Guajará" e por fim "15 de Novembro", em homenagem ao dia da Proclamação da República (1889).

Texto: Santarém Logradouros Públicos de Wilde Dias da Fonseca
Foto: Miguel Reça

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Vídeo da antiga Igreja São Sebastião em 1946

Em 1946, foram filmadas em Santarém cenas do filme inglês "The End of the River", com a atriz Bibi Ferreira e o ator indiano Sabu. As cenas foram rodadas na antiga igreja de São Sebastião.
                               
                             
       
                                    Revista O Cruzeiro, 1946

Fonte: Biblioteca Nacional Digital

quarta-feira, 30 de março de 2016

Mapa de profundidades do rio Tapajós - 1896

Neste mapa do final do século XIX podemos ver as medidas de profundidade da foz do rio Tapajós, em frente à cidade de Santarém. No mapa podem-se notar algumas particularidades. O nome tradicional de “Ilha das Onças” para a faixa de terra existente entre a foz do rio e o canal denominado “Igarapé Açu”. O que hoje é a “Ponta Negra” se estendia abaixo do local onde se encontra hoje, depois da ponta da enseada central (onde está localizada a cidade) seguia até as proximidades do que hoje seria a “Vila Arigó”. A profundidade do canal do rio que em alguns lugares superava os 35 metros.

Fonte: http://sidcanto.blogspot.com.br/
 

segunda-feira, 7 de março de 2016

Santarém: Praça da Matriz



Praça da Matriz
Patrimônio Histórico e Arquitetônico de Santarém.
Década de 1940.
Foto: Memórias de Santarém - Lúcio Flávio Pinto


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Santarém: "O Castelo"

Muitos prédios da passado histórico vieram abaixo. Entre eles notadamente se destaca a figura da loja denominada "O Castelo". Em 1981 o engenheiro Manuel Canté Filho, em perícia técnica, sugeriu a demolição do prédio. No dia 23 de outubro daquele mesmo ano, o prefeito Ronan Liberal, por meio da portaria 899/81, deu o prazo de 30 dias para que o proprietário, senhor Manuel Almeida, iniciasse sua demolição. O proprietário recorreu à justiça. No entanto, após o desabamento de uma parte do teto, ocorrida no início do ano seguinte, levou a juíza Albanira Bemerguy a ordenar, em abril de 1982, a imediata demolição do edifício. Em maio, cumprindo a ordem judicial, os tratores botaram abaixo o “ícone veneziano” dos louvores de Mário de Andrade.












 
Texto: Sobre o Centro Histórico de Santarém - Pe. Sidney Canto
Foto: Acervo do Instituto Cultura Boanerges Sena 
 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Orla de Santarém, 1962



O trapiche ameaçado

Na enchente de 1962, todos temeram pela sorte do velho anacrônico trapiche de madeira de Santarém. A força da correnteza do rio Tapajós ameaçava arrastar a construção, hipótese acatada pela Folha do Norte, o grande jornal paraense de então, numa reportagem sobre o tema de junho desse ano. Todos se escandalizavam com a dependência daquela que era a terceira mais importante cidade da Amazônia de um embarcadouro tão primitivo. Ainda assim, sua ruína era temida por toda população do Baixo-Amazonas, que dependia do trapiche para o movimento de cargas e passageiros, abrindo "uma brecha profunda na economia do município".
O jornal relatava que as autoridades municipais, "tentando evitar que os grande e pequenos navios que sobem e descem o rio-mar deixem de escalar naquela localidade, por falta de um ponto de apoio, já iniciaram os estudos necessários no sentido de recuperar o velho trapiche até a construção definitiva do porto, cuja planificação já está em fase de conclusão".
Mas ainda demoraria bastante tempo para tal.
 

Texto: Memórias de Santarém - Lúcio Flávio Pinto

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Alunas do Colégio Santa Clara

Alunas do Colégio Santa Clara caminhando enfileiradas pela Praça Barão de Santarém, mais conhecida como Praça de São Sebastião. Ao fundo, a antiga igreja de São Sebastião. 
Década de 1950.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Santarém: Enchente de 1953

Registro fotográfico da enchente de 1953, uma das maiores já ocorrida em Santarém.
Foto tirada da esquina da rua Lameira Bittencourt com a 15 de Agosto.
Ao lado esquerdo da foto, fica o prédio onde hoje funciona a Caixa Econômica Federal.

           Revista O Cruzeiro, maio de 1953

Santarém: Rua Lameira Bittencourt

Rua João Pessoa (hoje, Lameira Bittencourt), década de 1960.
Ao lado esquerdo da foto, o Bar Mascote.
Nesta época, ainda não existia a praça do Pescador.

domingo, 24 de janeiro de 2016

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Cartão postal de Santarém, 1968


Belíssimo cartão postal de Santarém da antiga praça da Avenida Adriano Pimentel. Ao fundo, o antigo Trapiche Municipal de Santarém.

domingo, 10 de janeiro de 2016